13 de abril de 2010
Depois de ter acreditado que o escuro me absolveria, que aquele ser invisível cederia a todas as minhas lamúrias, ela ressurgiu. Mergulhou dos céus, ou emergiu das trevas. Não pude ver. Apenas sei que abriu suas grandes asas sobre mim e me envolveu: “Eu gosto muito de você. De verdade”.

